inflação dos alimentos

A inflação dos alimentos é um assunto que preocupa os consumidores diariamente, e é importante entender o que esse conceito significa.

Nos últimos anos, especialmente com as crises socioeconômicas vivenciadas no país, o aumento no valor dos bens e serviços tem sido significativo.

No entanto, muitas pessoas ainda não sabem qual o real impacto desse índice no cotidiano.

Por isso, confira mais informações sobre a inflação dos alimentos, o que é, como ela é medida e algumas das últimas porcentagens sobre o assunto.

O que é como se mede a inflação dos alimentos

Basicamente, o termo inflação representa o aumento dos preços de bens e serviços no cenário econômico.

Todos os meses, as instituições realizam uma avaliação em diversas regiões brasileiras, e traça um parâmetro dos valores. A porcentagem divulgada indica o índice de inflação, a partir de diversos indicadores diferentes.

Atualmente, a inflação dos alimentos é medida por dois cálculos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, conhecido por IPCA, e Índice Nacional de Preços ao Consumidor, conhecido pela sigla INPC.

Ambos são calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que verifica os preços coletados em mais de 28 mil comércios nas categorias mais sensíveis, como alimentação.

Dessa forma, é possível ter um parâmetro mais amplo, determinando não apenas a porcentagem do mês, mas também outros índices, como acúmulo do ano.

Como está a inflação dos alimentos no Brasil?

Nos últimos meses, a inflação dos alimentos no Brasil atingiu valores recordes.

Segundo informações liberadas pelo IBGE, o mês de março acumulou a porcentagem mais alta para o mês desde 2015, com aumento de 0,93%.

Em março de 2020, a variação tinha sido de 0,07%, muito abaixo da média de 2021.

Enquanto isso, o IPCA divulgou acumulado de 2,05% apenas em 2021, além de 6,10% nos últimos 12 meses.

Além da inflação dos alimentos, os últimos valores divulgados também registraram aumento significativo no preço dos combustíveis e do gás de botijão.

No entanto, o Ministério da Economia parece positivo diante da pequena retração nos preços, registrada pela primeira vez desde o início do mês. O grupo dos alimentos e bebidas vem desacelerando, com preços ainda crescendo, mas cada vez menos.

No geral, as variações anteriores foram de 1,74% em dezembro de 2020, 1,02% em janeiro e 0,27% em fevereiro.

Mesmo assim, a inflação dos alimentos continua acima da média estipulada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com previsão de 5,3% para o ano, acima da meta, de 3,75%.

Como a inflação dos alimentos afeta o consumidor?

A inflação dos alimentos é perceptível no bolso do consumidor no dia a dia. Afinal, ela indica o aumento dos preços no setor.

No entanto, esse índice possui outros impactos. Por exemplo, no preço da cesta básica, e, consequentemente, no poder de compra dos consumidores.

Além disso, a inflação dos alimentos também impacta no setor agropecuário, na agricultura e nas etapas de produção.

Ou seja, esse indicador possui extrema importância para a economia, e, por isso, é importante saber o básico sobre ele.

No futuro, espera-se que a inflação dos alimentos diminua, especialmente após a pandemia de coronavírus. Entretanto, vale a pena acompanhar as atualizações e os preços no mercado.